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Jonathan Ransom, integrante dos
Médicos Sem Fronteiras, está junto com sua esposa, Emma, quando um terrível acidente
ocorre e ela, infelizmente, morre. Ainda sofrendo pela perda, ele recebe um
envelope endereçado à esposa e acaba envolvido em uma trama internacional, onde
nada nem ninguém é o que parece ser, incluindo a sua esposa.
Esta é a premissa de A Farsa, o
primeiro livro de Christopher Reich que tive a oportunidade de ler. Tinha lido
a sinopse e fiquei interessadíssima em ver se a trama era tão boa quanto
prometia. Só que a história não é apenas sobre Jonathan. São muitas pessoas,
muitas investigações, muitas mentiras.
Cada capítulo é contado pela
visão de um personagem diferente e tudo aos poucos vai se entrelaçando. Então
nem sempre o que parece ser verdade realmente é.
Desde o início senti simpatia
pelo pobre médico. Ele é jogado no meio de uma confusão e coloca sua vida em
risco tudo porque Emma não é quem ela sempre mostrou ser, e eu passei toda a
leitura desejando descobrir quem realmente era ela e para quem ela trabalhava. Sem
dúvida, a melhor história “individual” do livro.
Achei interessantíssimo como o
autor conseguiu construir uma trama tão cheia de histórias individuais, mas que
se completam. Tudo sempre vai dar no mesmo lugar. O único problema é que em
alguns momentos as informações são tantas que podem confundir.
Espero em breve ler outro livro
do autor, que fez uma boa pesquisa sobre espionagem. E só para constar, gosto
bastante do nome original da história: Rules of Deception. Tem tudo a ver com o
que se desenrola nas 335 páginas do
livro.








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